ISADORA VILLANOVA
Aquela manhã nasceu ensolarada e excepcionalmente pacífica. Bem, esse era um dia comum no Vale do Cedros.
Eu estava ajoelhada na terra úmida do jardim lateral, usando luvas grossas e um chapéu de palha para me proteger do sol. Ao meu lado, o Sr. Afonso me observava trabalhar.
— Olhe só para isso — ele murmurou, abrindo um sorriso largo e orgulhoso, cheio de rugas, e apontou para o canteiro que eu terminava de podar. — Você melhorou muito, menina Isadora. Lembra de quando ch