HENRIQUE VALADARES
Levantei da cama, tomei um banho rápido e fiz algumas ligações para garantir que meu plano estava pronto. Quando entrei no quarto de hóspedes, Isadora estava se espreguiçando, esfregando os olhos com as costas das mãos de um jeito adorável.
— Bom dia, bela adormecida — falei, me aproximando da cama e deixando um beijo suave na testa dela.
— Bom dia... — ela murmurou, com a voz rouca de sono e um sorriso preguiçoso. — Que horas são? Você já está arrumado?
— É cedo. Levante