ISADORA VILLANOVA
O enfermeiro me guiou pelos corredores. Cada passo que eu dava para longe daquela sala de espera parecia um passo em direção à minha tão sonhada liberdade.
Eu estava finalmente separada do Vicente.
A sala de exames era enorme, dominada por uma máquina de ressonância magnética no centro. O enfermeiro parou de andar e, para a minha surpresa, caminhou até a porta principal e passou a chave por dentro.
O doutor Sweeger, que até então mantinha uma expressão severa, arrogante e