Maya narrando
O relógio mal passa das oito e meia da manhã quando a minha mãe e eu descemos a escadaria do prédio no Brooklyn. Conforme a promessa de Arthur, dois sedãs pretos blindados já estão posicionados junto à calçada, com os motores ligados em um silêncio quase imperceptível. A pontualidade daquela família é uma engrenagem que nunca falha.
Minha mãe, mantém a postura firme, segurando a minha bolsa com um cuidado protetor que me faz sorrir por dentro. Estar de férias e dedicada inteir