O sol da manhã entrava pelas janelas da sala de audiências, mas não havia calor naquele lugar. Apenas o peso da justiça, o eco das palavras, o martelo do juiz batendo uma última vez. Eu estava sentada na primeira fila, ao lado de Maximus. O braço dele ainda estava enfaixado, o ombro ainda doía, mas ele estava ali. Firme. Vivo. Ao meu lado.
Tessa estava na frente do juiz, com o uniforme cinza da prisão, o cabelo preso, o rosto pálido. Ela não olhou para trás. Não procurou meu olhar. Não procurou