Mundo de ficçãoIniciar sessãoSaímos de Balneário Camboriú cedo, com o cheiro de protetor solar ainda grudado na pele e aquela areia teimosa escondida nas dobras das mochilas. A estrada se estendia diante de nós como uma promessa de aventura, e o SUV preto, que antes parecia um tanque de guerra intimidador, agora era o nosso refúgio.
Paramos para comer logo depois. E depois de novo. E mais uma vez. Nosso cardápio era o pesadelo de qualquer nutricionista: coxinhas, batatas fritas, cachorros-quentes, refrigerantes e picolés.
— Se a Adelaide estivesse aqui... — murmurei, dando uma mordida generosa em uma coxinha gigante enquanto olhava para o painel do carro cheio de embalagens — ela já teria confiscado até essa batatinha.
Adrian arqueou a sobrancelha, mas não hesitou em dar uma mordida no seu cheeseburger de posto. Ele limpou o canto da boca com um guardanapo e, para minha surpresa, imitou a voz austera e i







