CAP. 30 - Primeira vez de Mel e Imperador.
Mal consegui dormir e sobreviver o dia de sábado, vendo clara brincar com as meninas pela casa, ela usava uma jardineira jeans o cabelo amarrado em um coque malfeito, eu só conseguia imaginar que a noite teria aquele corpo nas minhas mão sob meu controle. A noite chegou e eu rumei direto ao clube assim que pude, como um homem que volta para o único lugar que entende a sua fome. Fiquei no quarto particular, em silêncio, contando segundos até a hora marcada. O relógio marcava 23:10 quando a porta rangeu.
A porta abriu
Eu estava na minha poltrona ainda com a mão enfaixada.
Ela entrou.
Um vestido preto, feito de escuridão e luxúria. Simples, justo, letal. A gola delicada enquadrava o pescoço que eu queria morder, e o tecido abraçava as curvas que eu queria esmagar. As pernas… grossas, cheias, feitas para enquadrar a minha cintura enquanto eu a fodia.
E então, ela tropeçou.
O salto escorregou e ela caiu, de bruços no meu tapete. O som da queda foi um escândalo tão absurdo que eu me engasgu