Renato me fitou, seus olhos caindo sobre o lugar onde o cheiro de Márcio devia estar. Nosso vínculo de companheiros se retorceu com seu crescente horror.
— O que você está fazendo aqui? — Sua voz quebrou, crua de medo. — Onde está Márcio?
Ignorei-o, virando-me em direção ao portão, os livros preferidos de Márcio apertados contra o peito. O pingente de lobo dele queimava no meu bolso.
A mão de Renato agarrou meu braço, seu aperto era desesperado. O toque que antes trazia conforto agora fazia minh