Ela entra no quarto com aquele olhar carregado de reprovação e medo, mas é na voz dela que sinto o corte mais profundo.
—Davi? Que merda você fez? — ela pressiona, chegando perto, os olhos fixos em mim, esperando uma explicação que eu não quero dar, mas que não posso evitar.
Eu engulo em seco, a raiva e a obsessão se misturam numa tempestade dentro do peito.
—Eu... eu briguei. Estava dominado pela fúria, perdi o controle e tirei ela daqui, expulsei a única coisa que me mantém vivo — minha vo