— O mordomo e os empregados nem ousavam olhar para o corpo, que dirá mexer nele.
— Mordomo, e agora? Eu não tenho coragem de tocar nisso. — Uma das empregadas perguntou, hesitante.
O mordomo suspirou, tirou as luvas brancas e as jogou no chão.
— Estou me demitindo. Sejam espertos e façam o mesmo.
Assim que ele disse isso, os outros rapidamente tomaram a mesma decisão. Afinal, havia um cadáver ali, e eles eram empregados, não legistas. Cuidar de corpos não fazia parte do trabalho.
Além do mais, m