Celina Alves
Descobrimos o hospital em que ele estava internado e partimos para lá sem pensar duas vezes. Meu coração já batia acelerado desde o momento em que soube. Mas a aflição só aumentava.
Chegando lá, fomos direto ao balcão de informações. A atendente parecia não saber de nada. Eu quase tive um colapso.
— Moça, olha aí outra vez, por favor... É um paciente que deu entrada no hospital por ter inalado muita fumaça. O nome dele é Lorenzo! — minha voz já beirava o desespero.
Ela digitou,