A chuva caía fraca naquela manhã.
Aurora estava na varanda do apartamento de Marina, folheando distraidamente o livro onde havia guardado a fotografia que Caio lhe entregara.
Ela ainda não sabia o que sentir.
Seu coração continuava machucado.
Às vezes, acordava acreditando que tudo não passara de um pesadelo e que ainda encontraria Vicente preparando café na cozinha.
Então olhava para a própria mão.
Não havia aliança.
E a realidade voltava.
O celular vibrou sobre a mesa.
Era uma mensagem de Cai