Chris respondeu como se não se importasse, porque naquele momento sua mão escorregava por baixo da saia de seda na cor creme da esposa, puxando lentamente a calcinha de cetim preta para baixo, pelas coxas dela. A sensação arrepiava como penas, fazendo Ruby apertar as pernas com força, mas ele não tinha a menor intenção de deixá-la resistir tão facilmente. Chris segurou as coxas dela com ambas as mãos e as empurrou para o lado.
— Ah!
Era como se ela tivesse sido forçada a se abrir, mesmo com a saia ainda cobrindo seu corpo. O tecido leve já havia subido acima dos quadris. Quanto mais ele erguia suas coxas, mais tudo ficava exposto e nu diante de seus olhos. Desde que dera à luz, Ruby nunca se sentira confiante. Sempre que faziam amor, ela ficava hesitante e insegura.
— Chris! — Ela balançou a cabeça em desespero sob o movimento provocador de seus dedos.
— Ainda não se acostumou, Ruby? Por que fica tão tímida comigo, heim?
— Eu ainda estou gorda, Chris.
— Gorda? De onde você tirou