Vitória acordou mais tarde do que costumava. O corpo ainda sentia o peso da madrugada, do frio da praia, das decisões tomadas sem planejamento. Por alguns segundos ficou olhando para o teto, tentando organizar os pensamentos, até que percebeu algo diferente.
Risos.
Não eram discretos. Eram altos, soltos, infantis.
Ela se sentou na cama, estranhando aquela energia dentro da própria casa. Lavou o rosto rapidamente e desceu as escadas ainda em silêncio, seguindo o som que vinha da sala de janta