O empurrão jogou Rafael para dentro do quarto com força suficiente para derrubá-lo se não fosse pela parede que encontrou no caminho. Foi apoiado nela, ainda tentando recuperar o equilíbrio, que seus olhos encontraram Cristina — encolhida no chão, encostada na parede oposta.
— Tia Cris!
Ela permanecia completamente imóvel, encolhida contra a parede, como se qualquer movimento exigisse um esforço que já não possuía.
— Tia... sou eu. O Rafael.
Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, tentan