Vitória ficou alguns segundos parada, tentando entender onde estava, até perceber o peso do corpo contra a cama e o cheiro levemente familiar. Aquele era o quarto do Rafael.
A garganta estava seca, e a mão repousava sobre a própria barriga quando ela abriu os olhos um pouco mais e encontrou o médico ao lado, ajustando algo na medicação presa ao suporte.
— Vitória? — ele chamou, baixo, aproximando-se assim que percebeu que ela tinha acordado. — Está me ouvindo?
Ela assentiu devagar.
Até aque