Os dias seguintes passaram sem grandes mudanças.
A recuperação de Vitória veio no ritmo que precisava vir, às vezes lenta, às vezes rápida o suficiente para surpreender. A dor cedia aos poucos, os movimentos deixavam de exigir tanto esforço, e o corpo começava a responder outra vez como antes.
Rafael permaneceu ali.
Sempre perto o bastante para que a ausência nunca fosse real. Entrava quando precisava, saía quando era chamado, resolvia o que estava fora e voltava como se nunca tivesse realme