O escritório parecia subitamente pequeno demais para conter a fúria que emanava de mim.
O som da porta se abrindo revelou meu pai, Renato, que entrou com o semblante fechado, sem surpresa.
Ele já sabia que ela estava ali, era por isso que tinha tentado me interceptar a dias atrás, claro.
Mas, ao contrário do passado, o olhar dele agora era de total apoio a mim,
e de um asco profundo por Clarisse.
— Cadê a porra do exame, Clarisse?!
rugi, ignorando a presença do meu pai.
— Você ach