“Sou.” A palavra pesou. “Eu ouvi que…” engoli. “Eu ouvi que uma mulher ruiva estava nos estábulos.”
Ela levantou os olhos e, pela primeira vez, realmente me viu. Eu senti isso. O músculo na mandíbula dela se contraiu. O silêncio entre nós se adensou. Agora ela também não tinha palavras para expressar o que estava acontecendo entre nós.
Lá fora, um cavalo bufou, quebrando a tensão por um segundo.
A resposta veio seca, mas a mão dela não soltou meu pulso. “Quem te mandou aqui?”
“Eu mesma.” Soltei