Ela não perguntou nada, apenas se ajoelhou ao meu lado, tirou um pano limpo do avental e o pressionou contra minha bochecha, sem pressa, como alguém secando chuva.
Eu balancei a cabeça para afastá-la, mas não consegui.
“Venha,” ela disse, ajustando a bandagem. “Eles precisam de você no salão.”
“Eu… eu não posso.” A frase saiu fraca, mas era verdade.
“Você pode,” respondeu Rose, sem dureza, apenas certeza. Ela amarrou a gaze novamente com um nó rápido, ajeitou o tecido do meu vestido e alisou me