O ar ainda não tinha voltado por completo quando ele terminou de falar, e isso só tornava tudo mais intenso, mais presente, como se cada detalhe estivesse ampliado dentro daquele espaço pequeno demais, mesmo com as portas abertas. A proximidade não era mais só física — era pressão, era calor, era o corpo dele contra o meu, impedindo qualquer recuo real.
Minha garganta ainda ardia, a respiração vinha curta, irregular, e mesmo assim eu mantive o olhar preso no dele, desafiando, embora meus dedos