Quando acordei no dia seguinte, levei alguns segundos para entender onde estava. A luz noturna atravessava as paredes de vidro de forma suave, filtrada, espalhando um brilho pálido pelo quarto. O silêncio parecia mais leve do que na noite anterior, quase enganoso.
Então eu a vi.
Madalena já estava sentada na beira da cama, completamente imóvel, como se estivesse ali há muito tempo, apenas me observando despertar.
"Ah!" eu gritei, levando um susto tão brusco que meu corpo se contraiu inteiro.
"D