Ao ouvir essas palavras, um vislumbre de dor passou pelos olhos de Iolanda. Já se passavam dois anos e Aurora ainda não conseguiu reconhecer Anselmo. Ele era muito apegado a Aurora, frequentemente se sentava em casa à espera dela.
Iolanda se agachou, afastou gentilmente o rosto infantil de Anselmo com a mão e sorriu, dizendo:
— Que tal eu esperar com você por Aurora? Pode ser?
Anselmo acenou com a cabeça, obediente.
Pouco depois, ele viu o carro de Aurora chegando. Seus grandes olhos negros e