Marcos
Foi quente. Foi urgente. Foi… certo.
As mãos dela subiram para a minha nuca, e por um momento, juro que esqueci onde estávamos. Só existia o gosto dela, o jeito que ela se moldava contra mim, como se estivéssemos sozinhos.
E então… o impacto.
Algo, ou melhor, alguém me arrancou dela com força. Não deu tempo de entender. Um punho acertou meu rosto e a dor explodiu pela minha mandíbula.
— MAS QUE!? — Levei a mão ao maxilar, tentando focar.
O sujeito que me atingiu já estava levando Cl