KAEL VALLEN
A porta do meu escritório se abriu cinco minutos depois. Millie entrou segurando uma pequena bandeja com uma xícara que soltava uma fumaça fina e tentadora.
Ela caminhou até a minha mesa, e colocou o pires, bem ao lado dos documentos que eu fingia ler.
— O seu café, senhor Vallen. Preto, sem açúcar e fervendo, exatamente como solicitou — ela disse, com a voz tão sem emoção que parecia ter sido programada por um computador.
Não havia nem um traço de rubor nas bochechas dela. Nenhu