Alexander mal conseguia segurar o telefone nas mãos. Seus dedos estavam trêmulos, o peito subia e descia em respirações descompassadas, e sua mente girava entre o medo e a raiva. Sem perder mais tempo, discou rapidamente o número da polícia e levou o celular ao ouvido.
"Emergência, qual a sua ocorrência?"
"Meu filho foi sequestrado!", respondeu sem rodeios, sua voz cheia de desespero. "Precisamos de ajuda imediatamente."
Claire estava ao seu lado, abraçando o próprio corpo, o rosto pálido e os