Mundo de ficçãoIniciar sessão— Por favor, mãe... não me faça escolher!
— Não me chame de mãe. Eu não sou mais a sua mãe. Não posso deixar que me chame assim depois de ter tentado matar a minha filha.
— Por favor... – implorei, me ajoelhando diante dela.
Ela me olhou sem nenhuma compaixão. Depois disse:
— Este objeto não é seu. Cláudia mentiu. Mas sim, sumiu de dentro da minha casa.







