Salvatore se olhou no espelho do banheiro, a toalha pendurada nos ombros e os cabelos ainda úmidos. O vapor do banho quente começava a se dissipar, e com ele, a tensão que ainda percorria seus músculos. Ele estava exausto, sim, física e emocionalmente — mas havia algo de silenciosamente reconfortante naquela quietude do apartamento. O cheiro de Olivia ainda pairava no ar, misturado ao aroma suave do sabonete que ela usava.
Ele passou os dedos pelos curativos nos ombros e nas costelas. Doíam.