O hospital estava mais silencioso do que de costume naquela manhã. O som ritmado dos monitores e o vaivém calmo dos enfermeiros enchiam o ar de uma tensão contida — uma mistura de expectativa e esperança.
Quando Henrique e Dona Helena chegaram à recepção do andar, foram imediatamente recebidos por Dr. Gustavo, que os cumprimentou com respeito e um sorriso acolhedor.
— Tio Henrique, tia Helena… que bom que conseguiram vir. — Ele fez um gesto, convidando-os a segui-lo pelo corredor. — Isadora est