Donatella
Luan estava ofegante, estirado no sofá como se cada músculo tivesse desistido de lutar contra o cansaço. Seu peito subia e descia lentamente, e por um instante eu apenas o observei, tão vulnerável, entregue, alheio ao turbilhão que fervia dentro de mim, mesmo após o nosso sexo.
Caminhei até o banheiro, lavei o rosto, me vesti, mas a sensação que me invadiu não foi de alívio. Foi culpa. Um nó apertado no estômago, um peso sufocante que me fez questionar minhas próprias escolhas. Ao vo