Daphne
Um sorriso discreto se formou em meus lábios. Haiden não podia ver o quanto eu estava feliz, porque ele estava de costas me conduzindo até o seu escritório, para, segundo ele, cuidar dos meus ferimentos.
Ele fechou a porta logo atrás dele, enquanto ainda segurava minha mão. Era como uma pequena carga elétrica atravessando todo o meu corpo. Meu rosto esquentou, mas o contato foi rompido no segundo seguinte.
— Sente-se – ele apontou para a cadeira e se afastou. Foi até um armário cheio