Eu estava do lado de fora da loja de Ember que tinha um nome nada tradicional e de difícil pronunciamento, além da fachada ser exagerada e o movimento de clientes ser bastante pouco para uma loja daquele tamanho.
Ajeitei o meu paletó, dei uma conferida no meu reflexo na porta de vidro preta e finalmente entrei no lugar. Havia uma recepcionista mexendo no celular e mascando chiclete. Ela fazia uma bola enorme que estourou, grudando em sua boca, quando eu me aproximei. O barulho que vinha de se