34. Culpa da impaciência
—Noah — murmurei, incapaz de conter o tremor na voz. Segurei o buquê mais firme, sentindo a raiva se misturar ao medo. O almoço se tornava secundário; minha única preocupação era como ele poderia saber que o outro buquê ficou em cima da mesa.
Respirei fundo, tentando não ceder à ansiedade, e caminhei até o carro que me levaria ao restaurante onde ia almoçar. Cada semáforo, cada curva, me fazia refletir sobre como aquela situação estava fugindo do meu controle. Ao chegar, respirei fundo novam