— Anna, você está bem? – Artur pergunta.
— Droga, Ícaro! – Grito com raiva. – Você me assustou!
Seus olhos me observam como se fossem me queimar viva. O grego estava em completo silêncio, sem expressão facial, algo que, por experiência própria, não significava algo bom.
— Estou… só tomei um susto. – Digo envergonhada.
Escuto Arthur resmungar algo e suspirar.
— Entendi, Ícaro está aí. – Ele diz sem ânimo. – Presumo que ele ainda continue sendo inconveniente.... Bem, acho melhor conversarmos depoi