ELE
Diego e eu nos afastamos o suficiente para ninguém ouvir a nossa conversa.
O vento cortava o lado de fora do hospital, trazendo o cheiro de pão assado e carne da barraca de comida mais próxima. Diego me arrastou até lá, e as minhas pernas obedeceram enquanto a minha cabeça estava ocupada demais, em busca de soluções cada vez mais impossíveis.
Diego me puxou para sentar ao seu lado.
— Sente-se aí, capitão.
— Por que não fala logo o que tem para falar? — Perguntei sem esconder o péssimo hum