O ar fresco do jardim de inverno ainda parecia carregar o eco do que quase aconteceu entre nós. Noah me soltou devagar, mas não permitiu que eu me afastasse muito. Antes de sairmos daquela penumbra, ele puxou o celular do bolso do blazer.
— Para o meu arquivo pessoal — ele murmurou, com um brilho possessivo no olhar.
Ele me puxou para perto, de costas para a fonte, e tirou algumas selfies. Na tela, o contraste era absurdo: ele, impecável e protetor; eu, com as bochechas coradas, o cabelo leveme