O corredor escuro e estreito estava impregnado por um forte cheiro de peixe.
Era ali que as barracas de beira de estrada armazenavam peixes e camarões.
Mesmo durante o dia, quase não havia luz naquele lugar.
Na penumbra, uma mão segurava firmemente o braço de Melissa, enquanto outra apertava seu queixo.
A voz fria e inconfundível de Joaquim ecoou:
— Eu já disse que você me confundiu com outra pessoa, não entendeu?
Melissa soltou uma risada sarcástica.
— Então quer dizer que você se