42- A curiosidade matou...
Valentina Duski
— Você não pode... — comecei, mas me calei no instante em que ele abriu os olhos. O verde ali estava escuro, absoluto.
— Não me diga o que posso ou não fazer. Nesta casa, a minha palavra é a lei, piccola — ele fechou os olhos novamente, a voz soando como um comando final. — Agora, sugiro que se deite.
— Eu vou dormir no sofá — avisei, fazendo menção de me levantar.
Eu não seria uma peça decorativa na minha própria cama. Porém, antes que eu pudesse mover um centímetro, braços