Naquele momento estávamos de volta à casa dela. Fui informada pela conexão mental do médico que Freya desmaiou no hospital, mas se recusou a receber atendimento médico.
Eu o tranquilizei, dizendo que iria verificar como ela estava, o que naquele momento serviu como meu álibi.
— Você encontrou o que queria?
— Não... É como se eu tivesse sido desejada e, puff... apareci na porta dos meus pais. Um bebê pronto para ser adotado e chamado de "deles".
— Isso é tão ruim assim? Por que desenterrar um pas