Mundo ficciónIniciar sesiónLa vida de Georgia Rogers Wallace dio un giro cuando, a los dieciséis años, conoció a Stephen Collins, su compañero de preparatoria. El enamoramiento fue fulminante y pronto llegó su primer hijo, Tommy. A pesar de su juventud, decidieron enfrentar juntos la vida adulta y la paternidad. Sin embargo, la llegada de Annie un año y medio después marcó el principio del fin de su relación. Georgia, ahora madre soltera, comparte la custodia con Stephen en turnos para las festividades especiales. A lo largo de los años, ambos han cultivado una relación cordial por el bien de sus hijos, mientras estos crecen y se convierten en jóvenes adultos, dejando atrás la época de la adolescencia. Cuando Stephen propone unas vacaciones especiales en Glasgow, donde ha estado trabajando, Georgia acepta llevar a Tommy y Annie para reunir a la familia en el clásico ambiente navideño. Sin embargo, una fuerte tormenta de nieve complica su regreso a Las Vegas, obligándola a volver a la casa de Stephen. ¿Será que el amor sigue latente después de tantos años? ¿La madurez que en el pasado les faltó, ahora los unirá? ¿Qué tal serán sus vacaciones inesperadas?
Leer másSantiago Vidal observava pelas grandes janelas de seu imponente escritório a chuva forte. O barulho ensurdecedor o atormentava, lembrando-o da noite fatídica em que tudo terminou há cinco anos.
Ele bufou com uma sensação de angústia aninhada em seu peito, com seus tristes olhos azuis observando a água bater no vidro, assim como as lembranças martelavam seu coração.
Colocou as mãos na borda da mesa e suspirou. Ele viu como a névoa cobria os grandes arranha-céus, tornando o céu cinza, assim como sua vida se transformou a partir daquele momento. Mais uma vez, aquele sentimento de solidão tomou conta de seu coração. O remorso não o deixava sozinho há muito tempo, principalmente nas tardes chuvosas que tanto o lembravam dela.
Ele não entendia por que naquele dia as lembranças estavam perfurando sua cabeça. Talvez fosse porque o casamento estava tão próximo ou porque a resposta às suas dúvidas era tão simples: ele ainda a amava, apesar do tempo, da distância e das mentiras dela. Seu coração era tão tolo que se recusava a esquecê-la.
Seus olhos se encheram de lágrimas ao lembrar daquela noite.
Anos atrás
"P-por favor, me escute", ela implorou.
“Não tenho nada para ouvir de você, não quero ouvir de você de novo”, enfatizou, arrastando as palavras pela fúria que sentia. "Não me importo com o que você faz ou deixa de fazer com sua vida. Se algum dia eu te amei, agora te odeio por ser falsa, mentirosa e interesseira", retrucou com os olhos cheios de ressentimento e o rosto coberto de decepção. "Foi tudo pelo meu dinheiro, certo?" Ele a sacudiu. "Responda!" ele gritou.
A jovem chorou, sem precisar dizer nada. Ele não queria ouvi-la, tratava-a como qualquer outra aproveitadora.
“Fiz tudo por amor a você... Por favor, deixe-me explicar.” O jovem não acreditou nas palavras dela, ele a rejeitou. Cheio de raiva, sem medir suas forças, ele a empurrou e ela caiu de joelhos diante dele. "Me perdoe, meu amor, por favor, deixe-me explicar", ela implorou, sem conseguir conter o choro.
"Levante-se!" ele ordenou com raiva. Ele não conseguia conter a raiva. Tinha se apaixonado por ela, confiava em suas palavras, ela era a mulher de sua vida, com quem planejava se casar e constituir família. Ele se sentiu decepcionado, magoado, zombado e humilhado.
Os dois choraram ao mesmo tempo enquanto a chuva incessante caía sobre seus corpos.
"Por favor", a jovem sussurrou suavemente.
Ele agarrou os braços dela com força e a levantou do chão.
"Não me ligue de novo, meu amor", ele gritou, tensionando a mandíbula. "Essa palavra é muito grande para você. Não me procure, não fale comigo, desapareça da minha vida. Perceba que estou morto para você."
Presente
O toque de seu iPhone o tirou de seus devaneios. Ele respirou fundo ao ver que era sua futura esposa, Eliana, quem estava ligando.
“Amor, não esqueça que hoje à tarde você tem um encontro marcado com o estilista”, disse a garota. "Espero que você não perca, eles precisam fazer o último teste do seu traje."
"Eu estarei lá", respondeu ele, permanecendo pensativo.
“Mas como você está carinhoso hoje”, afirmou Eliana.
“Estou um pouco ocupado, tenho uma reunião do conselho daqui a dez minutos.”
“Eu entendo, querido. Apenas lembre-se de que, após esse encontro, estaremos esperando por você.”
“Não vou esquecer”, ele concluiu a ligação e bufou. Ele se sentou em sua cadeira de couro macio e tirou um estojo de veludo de uma das gavetas da mesa. Ele o abriu, olhando para o anel que iria dar a ela. Seu coração estremeceu ao se lembrar dela.
Três golpes fortes o trouxeram de volta ao presente. Ele enxugou algumas lágrimas que rolavam pelo rosto com a mão.
"Entre."
Os lábios de Santiago formaram um largo sorriso. Ele se levantou e caminhou na direção do homem que acabara de entrar.
“Sua alteza real”, brincou, tentando esconder sua tristeza. Ele abraçou seu melhor amigo.
Joaquín retribuiu o gesto.
“Ainda sou um duque.” Ele riu divertido.
“O que você está fazendo aqui em Nova York?”
O jovem colombiano suspirou profundamente ao lembrar o motivo de estar na cidade.
"Voltei para um assunto importante", enfatizou, fixando seus olhos azuis nos de Santy.
O olhar de Santiago estava coberto de tristeza. Ele baixou o rosto.
“Boa sorte com isso”, ele disse sinceramente.
O jovem duque notou como o rosto do amigo caiu.
“Recebi o convite para o seu casamento”, disse ele, limpando a garganta. “Tem certeza do que vai fazer?”
Santiago levantou-se e caminhou em direção à janela, com o olhar perdido no horizonte.
“Eliana esteve comigo nos meus piores momentos”, disse ele pensativo. "Ela é uma boa mulher."
“Mas você não a ama”, Joaquín falou com confiança. "Você ainda está apaixonado por Alba. Eu te conheço, você não pode mentir para mim."
“Não tive mais notícias dela. Lembre-se que procurei por ela incansavelmente e por tudo o que sofri. Você foi uma testemunha", ele expressou com dor, respirando pesadamente.
O jovem duque levantou-se e aproximou-se do amigo, colocando a mão em seu ombro.
“Não tente preencher o vazio que a ausência de Alba deixou cometendo o erro de se casar com Eliana. Nenhum de vocês será feliz, esse casamento está fadado ao fracasso.”
O rosto de Santiago se encheu de confusão, ele baixou o olhar e bufou.
“Não posso cancelar o casamento neste momento.”
“Se você puder, irmão, fale a verdade para sua namorada. Se você diz que ela é uma boa mulher, ela não merece ser enganada assim. Você não é assim, cara."
O jovem Vidal voltou para sua cadeira e encostou o corpo no encosto, hesitante.
“Eu também mal posso esperar que Alba apareça por aquela porta um dia.” Ele apontou com a mão. “Ela se esqueceu de mim”, ele expressou com dor.
"...Esqueça, é melhor esquecer...", entoou o jovem colombiano.
"Você acha que eu não tentei? Você não se lembra por que nos afogamos em álcool?" questionou, puxando o cabelo. "Tentei apagá-la da minha memória, tirá-la da minha alma, porém não dá. Parece um absurdo, mas é assim." Ele bufou.
“Eu te entendo mais do que ninguém”, enfatizou Joaquín. “Você acha que foi fácil para mim? Pensei que nunca sairia do centro de reabilitação e, como você, meu pensamento só se dedicava a uma única mulher: María Paz Vidal."
“A diferença entre você e eu é que minha irmã esperou por você, ela não se esqueceu de você..."
O olhar do jovem duque estava cheio de esperança; se ele havia retornado a Nova York, era com um único propósito: fazer de María Paz sua esposa e levá-la para a Colômbia.
“Sua situação é complicada, irmão”, disse Joaquín, “mas não há mal que dure cem anos, nem corpo que resista. Antes, vim para que possamos ir tomar... um café.” Ele sorriu.
“Obrigado”, respondeu Santiago, olhando para seu Rolex. "Tenho uma reunião do conselho daqui a dez minutos."
“Então, não vou tomar mais seu tempo. Pense no que conversamos. Me escute, cara", sugeriu, levantando-se para se despedir do amigo.
Uma vez que Joaquín saiu do escritório, Santiago levou os dedos ao computador e abriu uma pasta onde guardava lembranças de Alba.
“Eu deveria ter lhe dado a oportunidade de me explicar”, ele se recriminou, falando consigo mesmo enquanto as pontas dos dedos acariciavam o rosto da garota, lembrando das noites em que se amaram e se tornaram um só. "O que será de você? Onde você estará? Você vai se lembrar de mim?" ele descobriu, quase soluçando, dominado por uma tristeza profunda.
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Caros leitores
Espero que gostem desta história cheia de dor e lágrimas, mas também de esperança e muito amor.
O que aconteceu entre Alba e Santiago? Se você quiser descobrir, continue lendo.
Não esqueça de deixar seus comentários, estou sempre pronto para responder.
Lembro que meu idioma nativo é o espanhol, portanto, a tradução é feita por mim mesma e pode conter erros, peço desculpas.
Habían pasado algunos años desde la noche reveladora en Las Vegas. Stephen y Georgia habían superado las adversidades, aprendido a enfrentar los desafíos juntos y fortalecido su amor. Los niños, Annie y Tommy, ahora eran adolescentes llenos de energía y curiosidad. En un día soleado, Georgia se encontraba en el patio trasero, disfrutando del aire fresco mientras observaba a sus hijos, jugar con su perrito, Rocket, un regalo que había llegado a sus vidas dos años y medio atrás, cuando sin esperarlo, terminaron en medio de una campaña de adopciones, organizada en un parque. La risa y las travesuras de los niños llenaban el ambiente, creando una escena de felicidad que no habían imaginado años atrás. Georgia contempló su barriga redonda con una sonrisa radiante. La familia estaba a punto de crecer nuevamente, y esta vez sería con un nuevo miembro. Se masajeó e hizo un poco de presión en algunas partes, esperando estimular a su bebé y que se moviera un poco. Annie vio a su madre tocando
Alessandra impidió que su esposo dijera algo, pues alcanzó a notar lo interesado que estaba Nicolas de interrumpir el momento de su hija, lo agarró por el brazo y negó cuando este la miró. —Déjalos… Ellos deben solucionar sus cosas. Además, ¿no te gusta la sonrisa en el rostro de tu hija? —le preguntó ella, emocionada, pues había estado sufriendo al ver la tristeza en el rostro de Georgia. —Pero… —refutó Nicolas en un susurro. —Ella ya no es una niña —le recordó y el amoroso padre le tuvo que dar la razón. —Señores Rogers, buenas noches —los saludó Stephen. —Es un placer tenerte acá —admitió Alessandra y le sonrió —. Vengan, mis niños. Necesito que me ayuden con algo —pidió y los dos pequeños caminaron hacia sus abuelos, los abrazaron y besaron, antes de irse detrás de su abuela. —Están en su casa —dijo Nicolas y le guiñó un ojo a su hija, después se giró y caminó detrás de su esposa y nietos. —Yo también ayudaré a mamá —dijo Alessia, acercándose a su hermana y dándole un beso e
La mañana llegó y Stephen junto a sus hijos se apresuraron en estar listos, pues su cita con Víctor no daba espera. Annie cooperó para estar preparada pronto, sin darle problemas a su padre, pues ella posiblemente, era la más interesada en que sus padres estuvieran juntos. —¿Listos? —preguntó Stephen y los dos pequeños asintieron al salir del baño tras lavarse sus dientes. En ese momento el timbre de la puerta sonó, llamando la atención de todos. El corazón de Stephen se aceleró, pues lo primero que se le vino a la mente fue Georgia. Su mirada se encontró con la de los niños, que parecían pensar lo mismo. Annie salió corriendo escaleras abajo, seguida de cerca por su hermano y padre, llegó a la puerta y sin esperarse, la abrió. —Hola, Annie —la saludó Víctor, con una gran sonrisa en su rostro. —Hola —susurró muy bajo, pues un nudo se le hizo en su garganta. —Veo que no esperaban que fuera yo —se excusó Víctor al notar las tres miradas decepcionadas —. Lo siento. —No pasa nada —d
Stephen les pidió a sus hijos que lo esperaran un momento, mientras se ponían la pijama. Por él salía corriendo detrás de Gia ya mismo, pero si quería hacer las cosas, debía hacerlas bien y por más que lo deseara, tenía cosas que dejar arregladas antes, así su regreso a Las Vegas sería definitivo. No se preocupó por la hora que fuera, así que, llamó a su amigo y socio, Víctor, quien demoró un poco en contestar.—Stephen, ¿sucede algo? —preguntó preocupado, pues su amigo no solía llamarlo fuera de horario laboral.—Georgia se ha marchado —espetó y un silencio se hizo al otro lado de la línea.—¿Por qué? Dijiste que estaban muy felices los cuatro. ¿Tuvo que volver? —Por la mente de Víctor pasó la posibilidad de que ella hubiera tenido que volver debido a algún inconveniente.—Georgia escuchó nuestra conversación del mediodía y malinterpretó todo. Creyó que hablaba de ella y se fue mientras nosotros estuvimos en la construcción —explicó Stephen, sintiendo su corazón acelerado.—Oh… —hi





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