O Sobrinho e a Busca por uma Resposta
Brian Davis
O dia começou cinzento, a luz fraca de Londres mal conseguia penetrar as janelas da minha cobertura. Mas eu não precisava de sol; eu precisava de ordem.
Eu me levantei antes do amanhecer, despachei dois e-mails urgentes sobre as negociações de Xavier e tomei um café forte o suficiente para derreter metal. O meu corpo estava cansado pela noitada inútil na boate e pela bizarra missão de entrega de sopa, mas a minha mente estava implacável.
A sacola de papel havia cumprido o seu propósito: garantir que Marina Duarte estivesse alimentada e segura. Um problema resolvido com um protocolo atípico, mas eficaz. Agora, eu precisava do passo final, o fechamento do caso.
Rick tinha que sumir.
Eu não sou ingênuo. Sabia que minha ligação para o Sr. Thompson (o dono do Pub) na manhã anterior havia garantido a sobrevivência de Marina, mas havia apenas elevado o nível de retaliação de Rick. Por isso, voltei na madrugada e peguei o gerente no flagra,