Narrado por Alora
Ele me acariciou os cabelos com a suavidade de quem já tinha visto a dor em seus próprios olhos, e ficou ali, em silêncio, esperando que eu me acalmasse. Não havia pressa. Não havia cobranças.
— Você está em casa agora, Alora. — Sua voz calma, como sempre, me fez sentir um pouco mais aliviada. — Eu sabia que um dia você precisaria de descanso. Agora, você pode encontrar a paz que busca, mesmo que por um momento.
Eu continuei a chorar, mas havia algo de reconfortante no modo c