Acho que a maior dificuldade para mim foi ter que acordar às cinco da manhã para acompanhar meu pai e o amigo dele na rotina da fazenda.
Enquanto os dois trabalhavam com rapidez e pareciam completamente despertos, eu colocava comida para os porcos em um ritmo bem mais lento, ainda lutando contra o sono.
O ar da manhã estava gelado, e a grama ainda permanecia úmida pelo orvalho. O cheiro de terra molhada se misturava ao da ração e do feno espalhado pelo curral.
Minha barriga ronca.
Faço