Ares dá um passo na minha direção, obrigando-me a recuar outro instintivamente, determinada a manter a distância entre nós.
— Está com medo, lobinha? — provoca, um sorriso torto surgindo no canto dos lábios.
Droga.
Meu coração disparava contra o peito, mas não era medo dele.
Era da ligação.
Eu conhecia bem a força que unia companheiros destinados. Bastava um único instante de fraqueza, alguns minutos sem controle... e ele poderia me marcar. A simples possibilidade fazia um arrepio percorrer min