Naquela noite, o sono simplesmente não vem.
Depois de me revirar na cama por longos minutos, decido levantar.
A casa está silenciosa.
Desço as escadas devagar e encontro meu pai sentado na varanda, olhando para o céu estrelado. Uma xícara de café repousa sobre o braço da cadeira, enquanto a brisa da noite balança lentamente as árvores ao redor da fazenda.
Ele percebe minha presença antes mesmo que eu diga qualquer coisa.
— Não conseguiu dormir?
Aproximo-me e me sento na cadeira ao lado da dele.