O mundo a seu redor era feito de névoa e murmúrios.
Donaldo via-se à deriva num oceano de trevas líquidas, como se sua alma houvesse sido arrancada do corpo e mergulhada num limbo sem fim, o silêncio tão denso que pressionava seu crânio.
Mas havia algo mais ali. Algo latente.
E então… veio o som.
Um pulsar profundo e gutural, como um coração que batia sob a terra.
Tum-tum. Tum-tum.
Ele piscou e, de repente, não estava mais flutuando. Estava de pé em seu próprio salão, rodeado por suas concubina