Com a maioria dos prisioneiros dormindo quietos, as celas mergulhavam em silêncio.
A assassina olhou em volta.
Ratos e baratas e centopeias espreitavam em fissuras.
Cada sombra da cela zombava dela, cada sombra um possível inimigo, cada sombra um provável esconderijo.
Ela não conseguia deixar de pensar no que acontecera.
O sujeito havia desaparecido como fumaça ao vento.
E pensar que o canalha evaporaria daquele jeito...
A assassina respirou fundo, sentindo o gosto amargo da decepção e da raiva