Corri até ela, arrancando seu corpo inerte dos braços do desconhecido e meu coração se quebrou ao ver seu estado.
— Ela perdeu muito sangue, precisa ir para o hospital! — Kalina falou acima de todo o burburinho a nossa volta.
— Não, ela precisa se deitar e deixem que eu faço o resto! — Hera ordenou e sabendo quem ela era eu não fiz o contrário. — Vamos fazer esse bebê nascer!
— Não pode! Não está no tempo! — protestei diante da ideia de trazer nosso filho a vida, não tinha nem oito meses a