Cap.47
A QUEDA (E O ABRAÇO)
A tontura veio primeiro.
Um giro suave, como se o chão estivesse se dissolvendo sob seus pés. Maelyn piscou, tentando focar os olhos no rosto de Bruno, que parecia ter três pares de olhos em vez de um.
— Senhora? — a voz de Bruno ecoava como se viesse do fundo de um túnel. — A senhora está bem?
— Nunca estive tão bem na minha vida — ela respondeu, a voz arrastada. — O céu está lindo hoje. Muito azul.
Bruno olhou ao redor das paredes de pedra e encarou Maelyn com uma