Cap.35
O escritório de Magnus Blackthone era um reflexo perfeito do homem que o ocupava: silencioso, organizado e imponente.
Madeira escura cobria as paredes, estantes repletas de livros caros ocupavam cada espaço e, sobre a escrivaninha de mogno, pastas coloridas estavam alinhadas com precisão absoluta — cada uma representando um negócio, um investimento, uma peça do império que ele construíra longe dos holofotes.
Sentado em sua poltrona de couro, Magnus analisava um relatório financeiro com a